Seiva não compraria

Nem tudo que é viral merece entrar na sua rotina.

Aqui entram produtos que não passaram pela nossa régua, promessas maiores que a entrega e casos em que existe escolha melhor.

Tom desta editoria. O objetivo não é destruir marca nem caçar clique. É explicar limites, inadequações e excesso de promessa — com o mesmo critério usado para aprovar.

Em construção

As primeiras recusas estão sendo documentadas.

Um “não compraria” exige a mesma base de um “compraria”: uso, composição, comparação e justificativa. Publicamos quando essa base existir.

Ver o Critério Seiva

Os cinco subformatos

Bom, mas não para você

O produto funciona — só não para o perfil de pele, rotina ou objetivo em questão.

Eu usaria, mas não pagaria isso

A entrega é real, o preço não se justifica frente às alternativas.

O produto é bom. A promessa, não.

O que está na embalagem não corresponde ao que a fórmula sustenta.

Tem opção melhor

Existe alternativa que resolve o mesmo problema com mais consistência ou menos custo.

Não vale o hype

A popularidade não é sustentada por evidência, resultado percebido ou custo-benefício.

Modelo de entrada

Subformato

Produto ou promessa avaliada

O que prometem: resumo objetivo da promessa.

O que encontramos: composição, uso e resultado percebido.

Onde a conta não fecha: o ponto exato da inadequação.

Para quem ainda assim poderia fazer sentido: o recorte em que o produto se salva, se existir.

Alternativa: o que escolheríamos no lugar.

Veredito Seiva: conclusão em uma frase.